"Planet 51" ganha trailer

Em novembro estreia nos EUA, "Planet 51", animação que mostra o que acontece quando um astronauta americano desembarca em um planeta alienígena. O filme brinca com a paranoia das invasões alienígenas nos anos 1950. A exemplo do trailer "Tá Chovendo Hambúrguer", o novo trailer de "Planet 51" apresenta um filme bastante promissor.
confiram o trailer de "Planeta 51":

"Grease" vai virar game


Depois de adaptar A Garota de Rosa Shocking (Pretty in Pink, 1986), As Patricinhas de Beverly Hills (Clueless, 1995) e Meninas Malvadas (Mean Girls, 2004) para PC e Nintendo DS, a Paramount Digital Entertainment e a produtora 505 Games têm um novo projeto na prancheta.
As empresas anunciaram que vão adaptar para o Nintendo Wii e DS o mega-sucesso de 1978 Nos Tempos da Brilhantina (Grease), que tinha Olivia Newton-John e John Travolta nos papéis de Sandy e Danny.
O objetivo é utilizar seus grandes sucessos do cinema e apresentá-los a um novo público em games para jogadores casuais. No caso do filme que imortalizou o topetão e as jaquetas de couro, o game vai ser uma festa, que vai encorajar as pessoas a cantar e dançar ao lado de Danny Zuko, Sandy Olsson e o resto dos T-Birds e Pink Ladies.
De acordo com o texto oficial da Paramount, o jogo vai se utilizar dos controles de captação de movimento e microfones do Nintendo Wii e a tela sensível ao toque do portátil DS. Ficou no ar, no entando, se os microfones vão ser próprios do game ou vai aceitar de outros games, como Guitar Hero: World Tour e Rock Band.

HQ Persépolis é adaptada por fãs para retratar crise atual no Irã

Depois de Marjane Satrapi se juntar ao coro contra os resultados da eleição presidencial no Irã, foi a vez dos fãs da autora de Persépolis ajudarem o mundo a entender o que se passa no país. Usando várias cenas da HQ autobiográfica, autores não-identificados reconstruíram Persépolis para contar a Revolução Verde.
É Persepolis 2.0, que pode ser lida online ou baixada em PDF (por enquanto somente em inglês). Quadros da HQ original que retratam a Revolução Islâmica de 1979 têm seu texto alterado para explicar o que está acontecendo agora - os votos contados a mais para o já presidente Mahmoud Ahmadinejad, os protestos a favor do candidato de oposição Mir Hossein Mousavi e a importância do Twitter para levar o protesto a níveis mundiais.
Da mesma forma que Satrapi fez com Persepolis, os autores, que se dizem apenas "dois iranianos que moram em Xangai", esperam difundir os acontecimentos no Irã para o resto do mundo a partir dos quadrinhos. No site, eles pedem a leitores que divulguem a HQ como puderem, seja colocando links em seus sites ou ajudando com a tradução

Série de TV em live-action de Star Wars pode ser rodada na Austrália

Você deve se lembrar que a Lucasfilm prometeu produzir não só uma nova série animada de Clone Wars - atualmente em exibição no Cartoon Network brasileiro - como uma telessérie em live-action de Star Wars, que George Lucas comentou ano passado. Especulava-se que as filmagens ocorreriam no Leste Europeu, mas ainda há quem defenda que a produção ocorrerá na Austrália.
Segundo a versão australiana dos sites do canal SCI FI, "fontes internas" dizem que a produção não apenas ocorrerá por lá, como roteiristas australianos de premiadas séries locais, como Love My Way e Secret Life of Us, também teriam sido procurados pelo produtor Rick McCallum para colaborar com a série de Star Wars.
Encare tudo isso com desconfiança: sites australianos sempre puxam a sardinha para a indústria local e nem sempre a informação procede.
A série com elenco real se passará entre os Episódios III e IV da hexalogia - quem não foi morto pelo nascente Império está começando a montar a Aliança Rebelde para tentar derrubar os Sith Darth Vader e Palpatine. Lucas promete mostrar mais ações marginais do que as tramas dos personagens principais da saga.
As filmagens começam este ano, para exibição em 2010. Nenhuma emissora comprou a ideia ainda.

Remake de "O Corvo" apresentará novo herói?

O remake de O Corvo, oficializado em dezembro, pode ser um recomeço para a série totalmente diferente do longa de 1994 de Alex Proyas baseado nos quadrinhos de James O' Barr. Até o protagonista pode ser outro.
Segundo o site Mania.com, que cita "uma fonte muito próxima do desenvolvimento" do filme, o roteiro não acompanhará a história de amor e vingança de Eric Draven, o Corvo que todos conhecem, personificado pelo finado Brandon Lee. No seu lugar entra um personagem diferente em uma nova história, diz o site.
O roteiro que está sendo escrito pelo diretor do filme, Stephen Norrington, será entregue aos produtores ainda este mês, completa o site.
Em dezembro passado, Norrington não mencionava mudanças no argumento, apenas no tom: "Enquanto o original de Proyas era gloriosamente gótico e estilizado, o novo filme será realista, radical e misterioso, com um estilo quase documental", disse no dia do anúncio oficial.
Depois da continuação em 1996, a franquia declinou e estacionou em dois fracassos, The Crow: Salvation (2000) e o direto para DVD The Crow: Wicked Prayer (2005). A nova versão não tem data de produção definida ainda.

Rock band Unplugged no PSP

Os jogos musicais já se consolidaram definitivamente nos videogames caseiros, então o próximo passo é a conquista dos mercados portáteis.
"Guitar Hero" já fez sua jogada no ano passado, abraçando o Nintendo DS e criando até um inusitado acessório, o Guitar Grip, que visa a recriar no portátil a mesma sensação de usar o controle-guitarra que tanto caracteriza a franquia.
Sendo assim, a franquia concorrente direta, "Rock Band", migrou para o PSP, rival direto do portátil da Nintendo, e manteve boa parte das raízes da marca.
Enquanto "Guitar Hero" é marcado pela inovação e buscou isso também no Nintendo DS, "Rock Band" privilegia o refino de uma mecânica de jogo consolidada e é exatamente isso que vemos em "Unplugged".
Igual, mas em miniatura:
O título adapta a clássica mecânica de "Rock Band" aos botões do PSP. Em vez de uma guitarra com comandos coloridos, usa-se o direcional digital e os botões faciais do portátil. Na prática, nada revolucionário, visto que é também como se jogam os primeiros "Guitar Hero" ou até games da série "Dance Dance Revolution" no controle.
A grande novidade de "Unplugged" é o fato de um jogador controlar toda a banda. Não o conjunto de instrumentos simultaneamente, mas uma parte de cada vez. Em cada trecho das canções é possível escolher entre alguns instrumentos ou ser obrigado a tocar um específico. Conforme se acerta a sequência de notas um medidor se preenche e, quando cheio, obriga a mudança de instrumento também.
Assim, não basta ter atenção à sequência de botões da esteira em que se está jogando, mas também atentar ao momento de mudar de faixa (ação realizada com os gatilhos superiores L e R) e igualmente à sequência que se inicia nas outras partes. Confuso a princípio, mas logo se assimila o sistema.
Mesmo com essa adição à mecânica, a experiência de jogo se assemelha demais às versões originais nos consoles caseiros, excetuando-se, claro, os controles-instrumentos, e cumprindo assim bem a promessa de recriar a série em ambiente portátil.
O grande foco de "Unplugged" é o modo World Tour, no qual se cria uma banda e objetivo é tocar em diversas cidades e casas de show, arrebanhando fãs, ganhando dinheiro, equipamentos melhores e oportunidades de apresentações maiores. Tal qual nas contrapartes maiores, é possível criar nome de banda e detalhes visuais dos integrantes - sendo que conforme se avança novos itens de vestuário e aparência são liberados.
O progresso é idêntico ao World Tour convencional, sem cortes ou adições. A ressalva fica para a lista total de músicas: poucas novidades e muitas recicladas de edições passadas de "Rock Band". Não que isso seja ruim, mas o desequilíbrio é patente.
Por mais que alguns clássicos sejam bacanas e obrigatórios, fica a sensação de setlist reciclada.
Rockstar solo:
Fora o modo World Tour, há à disposição o tradicional Quick Play, para partidas rápidas e nada mais. Nada mais mesmo. Falta variedade de opções em "Unplugged"
.Pior ainda, o jogo se limita à experiência solitária, visto que não oferece nenhum tipo de partida multiplayer para duas ou mais pessoas. E aí está uma das grandes falhas do título, que é excluir totalmente a experiência compartilhada, justamente um dos trunfos da edição original em consoles caseiros.
Os episódios de "Guitar Hero" no DS não são nenhum primor em termos de jogo para várias pessoas simultaneamente, mas a opção está lá e a cada nova iteração se mostra como uma característica mais robusta e interessante.
Como única forma de prolongar a diversão, "Unplugged" possui uma loja online para comprar novas canções. Porém, mesmo aí há ressalvas. Tal qual na lista de músicas que já acompanha o game, a seleção inclui muitas faixas já lançadas para as edições caseiras e o preço de dois dólares por cada uma é salgado, considerando que só podem ser usadas no jogo de PSP e ainda sem a opção de jogo multiplayer.
Tecnicamente, o título não decepciona e recria bem o estilo visual característico da série "Rock Band". A qualidade de som é limpa e cristalina e ainda há o detalhe de que o instrumento tocado no momento fica levemente mais alto, criando um efeito interessante e servindo como referência.

Charges sobre Michael Jackson



 

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